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Comprando carros usados

Quem já comprou um veículo usado sabe que essa não é uma tarefa fácil. Embora financeiramente vantajoso, deve-se prestar muita atenção na hora de escolher o automóvel (e até mesmo o vendedor) para não ter dores de cabeça no futuro. Roberto Pacheco, dono da R Pacheco Veículos, loja de carros usados em Curitiba (PR), conta que é fundamental saber da procedência do automóvel. “Antes de qualquer coisa é importante verificar se o veículo está no nome da pessoa que o está vendendo”, afirma.
 
“Quem deve vender o carro é a pessoa que consta no documento. O comprador não deve aceitar fazer negócios com outra pessoa, porque isso pode causar problemas de documentação e até mesmo perda do veículo no futuro”, alerta Pacheco. Outra dica do vendedor é solicitar um extrato do carro para o proprietário. “Com esse documento você verifica se as multas foram pagas, se o IPVA está em dia. Esses débitos viram responsabilidade do proprietário atual e é preciso arcar com o custo para regularizar o veículo”.
 
Se a documentação estiver correta, é hora de descobrir se o veículo já foi batido. “Alguns sinais entregam que aquele automóvel passou por reparos, como borracha suja de tinta e manchas na lataria”, ensina Pacheco. A dica para descobrir essas manchas é observar atentamente o veículo em diferentes iluminações. “Outra coisa é a identificação do número do chassi nos vidros e na lataria do veículo. Quando um vidro se quebra em um acidente, por exemplo, a peça de reposição não possui o chassi”.
 
Uma tentativa frequente de engodo é a alteração da quilometragem. Pacheco conta que mesmo os veículos que possuem velocímetros eletrônicos podem ser alterados – é como hackear um computador. Mas certos sinais podem entregar a adulteração, como o próprio volante. “O ácido úrico, presente no nosso suor, corrói a borracha do volante, por ser um local no qual o motorista mantém as mãos por muito tempo”, revela Pacheco.
 
Essa corrosão acontece em cintos de segurança, puxadores de porta, câmbio e também borracha dos pedais e bancos do veículo. “Vale a pena observar os pneus – se o velocímetro indica 40 mil km rodados e os pneus estão muito desgastados pode ter certeza de que houve adulteração na quilometragem, porque o desgaste não ocorre com uma quilometragem tão baixa”, explica o lojista. “Se houver uma discrepância muito grande entre os sinais que o veículo apresenta e o velocímetro, ele com certeza foi alterado”, completa.
 
“Se o carro apresenta um defeito ou alguma coisa quebrada, a gente consegue resolver. Mas se tem problema de origem ou documentação, fica muito mais difícil arrumar”, reforça Pacheco. Ele acredita que o ideal é comprar o veículo em lojas ou revendas autorizadas, por ter a possibilidade de uma solução mais rápida em caso de problemas.

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